A oferta ponta de lança da Jump para adoção de Dados e IA. Um sistema com começo, meio e fim: diagnostica o que existe, constrói o que falta e opera em produção — com governança certificada, evidência verificável e custo sob controle.
Em empresa regulada, a IA não trava por falta de modelo. Trava porque ninguém consegue responder três perguntas na frente do auditor, do comitê e do CFO.
Política em PDF não é governança. Sem trilha de decisão, dono e controle contínuo, o modelo em produção é risco não mapeado — e o PL 2338 chega com prazo.
A falha perigosa não é a que quebra: é o resultado que parece certo e divergiu em silêncio. Parecer equivalente não é comprovar equivalência.
Agente consome por interação, não por licença. Sem baseline e sem dono, o custo aparece na fatura antes de aparecer no plano.
O Tractix não é um guarda-chuva sobre tudo que a Jump faz. É a camada que organiza a adoção: ativos reais encaixados em cada tempo, e governança, evidência e FinOps atravessando os três — do primeiro diagnóstico ao custo do mês que vem.
Mapeia o legado, o portfólio de casos de IA, a maturidade de governança e o custo real de operação. Sai com prioridade, baseline e caminho — não com uma lista de desejos.
Plataforma de dados, migração com equivalência comprovada, GenAI e agentes com MLOps — e engenharia sob medida quando o desafio é deep tech.
Operação gerenciada com SLA, observabilidade de modelos e agentes, e FinOps nomeado: quem consome, quanto custa, o que otimizar neste mês.
Referência de mercado: cerca de US$ 1,20 por interação de agente — algo em torno de 30× uma consulta analítica tradicional. Ajuste o volume e veja o que entra no orçamento.
Cenário ilustrativo com referência pública de custo por interação. O OPT 3 nomeia esse custo, atribui dono e mede a otimização no seu próprio consumo.
A plataforma que você já usa tem orquestrador de agentes. O que ela não entrega é certificação, evidência e custo por agente em ambiente regulado multi-cloud. O Tractix não reescreve o orquestrador — encaixa a espinha governada em volta dele.
Construir sobre, não contra. Quando a plataforma evolui o orquestrador, o seu governo continua o mesmo.
O agente de dados governado é a parte que a área de negócio usa todo dia — conectado às ferramentas que já existem, com a mesma política, a mesma trilha e o mesmo controle de custo por trás.
Levar a IA à produção é o ponto de partida.
Mantê-la governada, comprovada e paga é o trabalho.
Diagnóstico de maturidade, legado e portfólio de casos de IA. Sai com prioridade e baseline medido.
Migração analítica conduzida por agentes, com execução real e equivalência certificada — até 80% menos tempo.
Aceleração de casos de IA e analytics sobre a plataforma de dados do cliente.
Base de engenharia e MLOps para publicar, versionar e observar o que entra em produção.
FinOps para a era da IA: custo por caso de uso e por agente, com ROI comprovado de até 61%.
Operação com SLA, observabilidade e a espinha de governança rodando de forma contínua.
Banco, seguradora, saúde e setor público — com ambiente enterprise legado (SAS, on-prem) e IA travada no piloto ou já em produção sem governo.
Sistema de gestão de IA certificado — uma das primeiras consultorias de dados e IA do Brasil a obter a certificação. Chancela própria, no nome da Jump, não via parceiro.
Multi-cloud por escolha: o governo é o mesmo em qualquer uma delas. Tiers informados na posição atual, com a trajetória em curso.
A avaliação de governança de IA mapeia seus casos em produção, o nível de controle de cada um e o custo real que eles geram hoje. Você sai com baseline medido, lacunas priorizadas e o caminho até a produção governada.