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Jump além dos negócios: quando apoiar faz parte da operação

Há uma diferença considerável entre empresas que falam sobre responsabilidade social e aquelas que a exercem de forma estruturada, recorrente e silenciosa. A Jump pertence ao segundo grupo, mês a mês, a empresa mantém apoio financeiro direto a duas instituições que operam onde a necessidade é mais urgente: a ABENFI, na Zona Leste de São Paulo, e a Casa Ninho, que acolhe crianças com câncer de todo o Brasil. Não se trata de ação pontual atrelada a data comemorativa ou relatório anual. É uma decisão de gestão incorporada à rotina da empresa, que conecta o trabalho diário de tecnologia e dados a um impacto que ocorre na vida de muitas crianças e adolescentes. 

ABENFI 

Três décadas construindo futuros, fundada em 1992, a Associação Beneficente Filadélfia opera há mais de 30 anos no bairro Cidade Patriarca, na Zona Leste de São Paulo, uma das regiões da cidade com maior concentração de vulnerabilidade social. A missão da ABENFI é objetiva: transformar histórias de crianças e adolescentes entre 7 e 16 anos por meio de atividades socioeducativas que desenvolvem habilidades e ampliam horizontes. O trabalho da instituição passa por educação, esporte, cultura e empreendedorismo. Há clubes de leitura, aulas de música, dança, inglês e informática, além de Kung-fu, áreas em que a disciplina e o foco têm efeito direto sobre o desenvolvimento comportamental dos jovens. O custo mensal por criança é de R$ 100,00, valor que sustenta o acesso a um conjunto de atividades que, em condições normais de mercado, seria inacessível para a maioria das famílias atendidas. O que a ABENFI faz, em termos práticos, é criar uma ponte entre o presente vulnerável e um futuro com mais possibilidades. Ao longo de décadas de operação, a instituição já atendeu milhares de crianças, adolescentes e suas famílias, funcionando como um ponto de estabilidade em uma comunidade que frequentemente enfrenta o oposto disso.  

Casa Ninho 

A Casa Ninho nasceu em 1994 de uma constatação urgente: crianças com câncer de todo o Brasil precisavam vir a São Paulo para tratamento oncológico, e muitas de suas famílias não tinham onde ficar. Sem moradia durante o período de tratamento, a continuidade terapêutica ficava comprometida, assim, a Casa foi criada para eliminar esse obstáculo. Hoje, a instituição mantém duas unidades no bairro da Aclimação, em São Paulo, uma voltada para crianças de 0 a 12 anos e outra para adolescentes de 13 a 18 anos. O acolhimento oferecido vai além de um teto: inclui alimentação, transporte, apoio emocional, suporte educacional e acompanhamento durante todo o período de tratamento, que pode durar dias, meses ou mais de um ano. As famílias chegam de Alagoas, do Pará, de Mato Grosso, do Nordeste, de onde a doença não escolhe onde aparecer. Chegam geralmente desorientadas, longe de tudo que conhecem, e encontram na Casa Ninho uma estrutura que lhes permite concentrar energia no que importa: a recuperação da criança. Em mais de três décadas de atuação, a instituição se tornou referência nacional em acolhimento oncológico infantojuvenil.  

O papel de empresas como a Jump nesse contexto  

O apoio mensal a essas duas instituições não é uma coincidência de causas, existe uma lógica por trás da escolha: ambas atuam com crianças em situação de vulnerabilidade e dependem de parceiros corporativos estáveis para manter suas operações. Doações pontuais são bem-vindas, mas é o fluxo regular que permite planejamento, continuidade de projetos e manutenção de equipes. Para uma empresa de tecnologia, que trabalha com grandes volumes de dados e processos críticos de negócio para clientes de grande porte, o compromisso social funciona também como uma afirmação de cultura interna. Organizações que treinam seus times para pensar em impacto, em resultado real, em responsabilidade sobre o que produzem, tendem a construir equipes com maior coerência de valores, equipes coesas entregam melhor e o ESG, quando praticado com consistência, é parte fundamental da performance.  

Páscoa com propósito 

Em abril deste ano, a Jump realizou uma ação presencial junto a instituição Sementes do Amanhã, marcando a Páscoa com uma iniciativa concreta de envolvimento dos colaboradores. A ação, registrada sob o título “Conexões que geram impacto”, levou colaboradores da empresa para uma entrega direta às crianças atendidas, transformando uma data do calendário em um momento de contato real. Ações como essa cumprem uma função de tornar o compromisso social palpável para quem trabalha na empresa. Quando um time de tecnologia se depara diretamente com as crianças que são beneficiadas, o sentido do trabalho se amplia. Isso é gestão de cultura, para os líderes que acompanham a trajetória da Jump como empresa, esse conjunto de ações sinaliza algo relevante: que é possível operar com rigor técnico, entregar resultados de alta performance para grandes clientes e, ao mesmo tempo, manter um compromisso social estruturado. 

Saiba mais sobre a ABENFI em abenfi.org.br e sobre a Casa Ninho em casaninho.org.br. 

Jump Talk: Martech e Liderança na Era Digital

Jump Talk: Martech e Liderança na Era Digital

 

No episódio 23, trouxemos Luciano Freitas, neurocientista, maestro, empreendedor e ex-executivo de grandes empresas como Uber, Hotmart, Airbnb e BX Blue, Luciano também é co-fundador da Facily, startup que se tornou um unicórnio em 2021.

 

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No decorrer da conversa, Luciano comentou que o marketing está separado em produção de campanha, branding e growth, vindo assim o Martech para ajudar e metrificar, sendo uma excelente oportunidade. “Hoje, quem conseguir unir de fato marketing e tecnologia, não só para ferramentação e operação do marketing, mas também para mensuração, vai sair na frente, porque não tem ninguém fazendo”, ressalta. Continuando sobre o Martech, o entrevistado oferece dicas para quem quer se especializar em martech ou crescer profissionalmente: ir à SXSW, esteja antenado na Bloomberg, participar de palestras, ler os periódicos das empresas, estudar um pouco de programação para entender melhor os produtos, ser curioso e não ter limitações. Mesmo com a cultura que temos, dentro das empresas ele aprendeu que sempre dá para fazer. Pode não ser no momento, mas dá para fazer.

Ao longo do podcast, discutimos como as empresas pode entender e mensurar o ROI das campanhas, ações e investimentos que estão fazendo em soluções de martech ou até mesmo no time de marketing.

Por fim, Luciano deu a dica de sair do chat GPT e vai entender o que é inteligência artificial de verdade. Existem inúmeras coisas que podemos fazer com a I.A, vendas em segundos de uma forma escalável. Ele sugere estudar liderança e entender que, unindo o marketing e tecnologia, e consequentemente I.A seus resultados serão incríveis e sairá do limbo.

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JumpTalk #23 – Martech e liderança na era digital (youtube.com)

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