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Inteligência artificial está em todo lugar: quem decide como ela funciona?

O Brasil vive um momento contraditório na tecnologia. Nunca se falou tanto em dados, inteligência artificial e transformação digital. Nem tão pouco houve tanta oferta de ferramentas, modelos, plataformas e soluções. E, ao mesmo tempo, cada dia fica mais claro que o problema não é tecnológico. O problema é humano. É cultural. É de quem está na cadeira tomando as decisões que vão moldar como essas tecnologias afetam a vida das pessoas. 

Segundo o estudo W-Tech 2025 do Observatório Softex, as mulheres representam apenas 19,2% das especialistas em TI no Brasil, cerca de 89,7 mil profissionais em um universo de quase 470 mil.  Elas ocupam 26,2% das posições de gerência e apenas 13,1% das diretorias. Ou seja, enquanto a tecnologia avança em velocidade exponencial, a estrutura de quem a controla caminha na direção contrária. 

É nesse contexto que o próximo episódio do Jump Talk vai entrar de cabeça. A conversa vai explorar o que está por baixo dos dados, das decisões e dos algoritmos: quem são as pessoas que lideram essas transformações, o que as formou e o que elas enxergam que a maioria ainda não viu. 

O que é o Jump Talk 

Desde 2021, o Jump Talk reúne quem está construindo o futuro da tecnologia e dos dados no Brasil para conversas que vão fundo. O podcast da Jump, apresentado por Anderson Argentoni, CEO e cofundador da empresa, já passou dos 50 episódios e acumulou convidados de empresas como Bradesco Seguros, Claro, Algar Telecom, Databricks e Pernod Ricard. O fio condutor é sempre o mesmo: entender como tecnologia, dados e inteligência artificial estão transformando negócios reais, com pessoas reais tomando decisões reais todos os dias. 

Anderson não entrevista de fora. Com mais de 20 anos programando em SAS, Python, R e Oracle, ele entra em cada conversa como alguém que conhece o território. Os convidados podem falar com precisão técnica, sem precisar traduzir o que fazem para quem não conhece o campo. Isso muda o nível do que é possível discutir, e os episódios mostram isso na prática. 

O tema que ninguém consegue mais ignorar 

Existe uma distância enorme entre ter IA no roadmap e conseguir fazer ela funcionar de verdade: alinhada ao negócio, respeitando o cliente e gerando resultado concreto. Essa distância tem nome. É a distância entre estratégia e execução, entre discurso e cultura, entre ferramenta e propósito. 

O próximo episódio permeia essa discussão. A conversa vai girar em torno de como líderes de dados e IA constroem estruturas que realmente funcionam, como garantir que as decisões tomadas por algoritmos ainda carreguem valores humanos e o que significa liderar com ética em um mercado que acelera sem sempre parar para perguntar se deveria. Além da temática: papel da representatividade na construção de tecnologias que funcionem para todo mundo, não apenas para quem as criou. 

Na área de inteligência artificial, as mulheres já representam 29,8% dos concluintes de cursos no Brasil, acima da média global de 22%. O movimento existe. O que falta, em muitos casos, é quem abra o caminho dentro das organizações. E é exatamente sobre isso que o episódio vai falar. 

Por que esse episódio é diferente 

A Joyce Seiler, convidada desse episódio, tem mais de duas décadas navegando todas as ondas que transformaram a área de dados no Brasil. De DBM a Big Data, de analytics a IA generativa. Hoje ocupa uma das cadeiras mais estratégicas do mercado e carrega uma perspectiva que vai além do técnico: como fazer com que dados e inteligência artificial gerem valor real para as pessoas, não apenas para os dashboards. 

A conversa com Anderson vai explorar os bastidores de projetos que mudaram a forma como empresas pensam estratégia e experiência do cliente, os aprendizados que só aparecem depois de errar em escala e o papel da liderança em garantir que a tecnologia sirva às pessoas e não o contrário. Mas vai também para territórios que raramente aparecem nessas discussões: resiliência pessoal, propósito, representatividade e o que significa construir uma carreira sólida em tecnologia quando o caminho ainda não estava pavimentado para você. 

Estes são temas que o mercado aprende a articular devagar. E que raramente ganham esse nível de profundidade em um formato acessível como o de um podcast. 

Quando sai 

Os episódios saem todas as terças-feiras. Acompanhe os canais da Jump no YouTube e nas outras plataformas para não perder as novidades. Se você ainda não conhece o Jump Talk, esse é um bom momento para voltar nos episódios anteriores e se munir de boa informação e conhecimento. 

Jump Talk: Databricks

Jump Talk: Databricks

No episódio 20, trouxemos Flavio Valiati – Sales Director Mid-Enterprise Latam da Databricks e fundador da ‘Vamos Subir’, Lilian Ferreira – Analytics Engineering Manager do Grupo Boticário, e João Alves – Senior Data Product Manager do Grupo Boticário.

 

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No decorrer da conversa, João Alves destacou a importância da agilidade para o crescimento empresarial. Ele deu um exemplo de uma obra de metrô que deveria ter sido entregue há 10 anos. Este é o problema: ela foi projetada para solucionar uma situação que já passou. Ao longo desse tempo, novos problemas surgiram. Dentro de uma empresa, ocorre a mesma coisa, em menor ou maior escala. Às vezes, você está analisando um projeto que vai resolver uma situação atual, mas, se muito tempo se passar, quando o projeto for entregue, o problema já será outro. Portanto, ser ágil, identificar oportunidades, trabalhar e entregar soluções rapidamente é fundamental. Isso significa que você pode errar e acertar durante o processo, mas é necessário agir e não deixar o tempo passar.

Ao longo do podcast, discutimos como trazer mais segurança para o negócio e acelerar o processo com o auxílio de uma plataforma. Tudo depende das soluções e do valor que a empresa está disposta a investir, independentemente de ser uma empresa de pequeno, médio ou grande porte, e sim do que ela realmente necessita. As soluções atendem a diversos cenários e as plataformas são extremamente importantes nesse sentido, resultando em economia de tempo e aumento de eficiência. Não é necessário ter um time interno para monitorar isso, pois a própria plataforma realiza esse trabalho, mas isso também depende da maturidade da empresa e de como ela deseja se inserir nesse contexto.

Por fim, discutimos que os resultados mostram que as empresas orientadas por dados crescem quatro vezes mais e faturam o dobro dos concorrentes. Estudos realizados pela McKinsey e Gartner indicam que as empresas que são orientadas por dados e têm políticas de análise de dados e utilização de algoritmos para fazer predições tendem a crescer quatro vezes mais e a faturar duas vezes mais do que seus pares e concorrentes. Portanto, olhar para dados não é mais uma iniciativa de inovação, mas uma questão de sobrevivência no mercado.

Conte com a nossa equipe para saber como transformar digitalmente seus negócios. Temos uma equipe experiente e dedicada pronta para atender às necessidades específicas da sua organização e garantir o melhor resultado possível. Estamos aqui para ajudar a impulsionar a sua empresa para o futuro digital.

No Jump Talk, sempre discutimos com nossos convidados sobre o futuro e as habilidades necessárias para alcançar o sucesso profissional. Assista nossas conversas para se inspirar e aprender com especialistas.

Jump Talk #20 – Databricks (youtube.com)

 

Jump Talk: A Cultura e Democratização dos Dados d’O Boticário

Jump Talk: A Cultura e Democratização dos Dados d’O Boticário

No episódio 21, trouxemos Lilian Ferreira, Analytics Engineering Manager e João Alves, Senior Data Product Manager do grupo Boticário.

 

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No podcast, o tema principal abordado foi a governança de dados. No atual cenário, onde a informação é um dos ativos mais valiosos de uma organização, a governança de dados emerge como uma prática essencial para garantir a integridade, segurança e usabilidade das informações.

Ao longo da conversa, exploramos as melhores práticas, estratégias e benefícios dessa prática. Governança de dados não é apenas sobre conformidade regulatória, trata-se de construir uma cultura organizacional que valoriza a qualidade e precisão dos dados, assegurando que sejam gerenciados e utilizados de maneira ética e eficiente. Com o grande volume de dados e o aumento das preocupações com privacidade e segurança, entender e implementar uma boa governança de dados é vital para qualquer organização que deseja permanecer no mercado de uma forma competitiva e confiável.

O Grupo Boticário, um dos maiores players do mercado de beleza no Brasil, vem vivenciando um crescimento exponencial em seus negócios nos últimos anos. Essa expansão, impulsionada por diversas frentes, como a abertura de novas lojas, o investimento em inovação e a expansão para o mercado digital, resultou em um aumento significativo no volume de dados gerados pela empresa. Para acompanhar essa demanda por gestão e análise de dados, o Boticário precisou ampliar significativamente sua equipe de dados. De acordo com informações disponíveis, o número de profissionais dedicados a essa área saltou de 15 para 450, demonstrando o compromisso da empresa em lidar com o crescente volume de informações de forma eficaz e estratégica.

Por fim, um dos principais desafios do Boticário é tornar os dados acessíveis e úteis para todos os funcionários, não apenas para o time de dados. A empresa utiliza o Google Cloud para armazenar e analisar seus dados, desenvolvendo modelos de aprendizado de máquina para resolver problemas de negócios. Com a plataforma ‘Educa’, que oferece cursos sobre dados a todos os funcionários, a empresa busca democratizar o acesso aos dados, permitindo melhores decisões. O Boticário acredita que uma cultura de dados é essencial para o sucesso no mundo digital de hoje, investindo em treinamento e educação para alcançar esse objetivo.

 

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No Jump Talk, sempre discutimos com nossos convidados sobre o futuro e as habilidades necessárias para alcançar o sucesso profissional. Assista nossas conversas para se inspirar e aprender com especialistas.

Jump Talk #21 – A cultura e democratização dos dados d’O Boticário

Democratização e a cultura dos dados n’O Boticário – YouTube

Jump Talk: Mulheres na Tecnologia

Jump Talk: Mulheres na Tecnologia

 

No episódio 22, trouxemos Naiara Bertholim, nossa Diretora de Parcerias, guia um bate-papo incrível com Lilian Ferreira, Analytics Engineering Manager do Grupo Boticário.

 

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Neste podcast dedicado às mulheres na tecnologia, realizado em homenagem ao Dia das Mulheres, celebramos o crescente destaque das mulheres em posições de liderança, fundação de startups inovadoras e contribuição significativa para novas tecnologias. É encorajador ver o aumento de mulheres matriculadas em cursos de computação e tecnologia da informação no Brasil, chegando a 22% em 2023, e a ocupação de 17% dos cargos de liderança na indústria de tecnologia, mostrando progresso rumo à igualdade de gênero. Diversas iniciativas, como premiações e programas de mentoria, reconhecem e celebram as contribuições das mulheres, ajudando a desconstruir estereótipos e impulsionar a inovação com perspectivas diversificadas. Neste momento de transformação, vamos apoiar e celebrar as mulheres na tecnologia, reconhecendo seu valor e contribuindo para um futuro mais diversificado e igualitário na indústria tecnológica.

Durante o bate-papo, Lilian comentou que as oportunidades aparecem na nossa vida e nós não precisamos estar 100% prontos, mas devemos estar quase prontos, pois existem alguns processos que acabam nos habilitando. Para ela entrar na área da tecnologia, diz que teve um “um anjo, uma pessoa maravilhosa”, um professor que ensinou e trouxe uma luz de carreira. Um ponto importante é que tudo é um processo para se desenvolver e começar algo novo.

Por fim, Lilian e Naiara discutiram o preconceito enfrentado pelas mulheres em relação às suas escolhas profissionais. Muitas vezes, esse preconceito começa dentro de casa. Por exemplo, quando uma mulher expressa o desejo de seguir carreiras em áreas de exatas e tecnologia, é comum ouvir dos pais que essas áreas são apenas para homens. Diante disso, ao ver uma mulher bem-sucedida na área de tecnologia, é importante reconhecer os desafios e preconceitos que ela enfrentou. No entanto, focar demais nesses obstáculos pode impedir o progresso. Felizmente, esse cenário tem mudado bastante, mas o número de mulheres na área ainda é pequeno.

Por isso, a mensagem final: mulheres, não se sabotem e acreditem no seu potencial e em sua capacidade de conquistar seus sonhos, mesmo diante dos desafios. A área de tecnologia precisa da sua voz, da sua perspectiva e do seu talento.

 

Conte com a nossa equipe para saber como transformar digitalmente seus negócios. Temos uma equipe experiente e dedicada pronta para atender às necessidades específicas da sua organização e garantir o melhor resultado possível. Estamos aqui para ajudar a impulsionar a sua empresa para o futuro digital.

No Jump Talk, sempre discutimos com nossos convidados sobre o futuro e as habilidades necessárias para alcançar o sucesso profissional. Assista nossas conversas para se inspirar e aprender com especialistas.

Jump Talk #22 – Mulheres na tecnologia, com Lilian Ferreira e Naiara Bertholim

A gente se desenvolve para começar algo novo!