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DIVERSIDADE QUE GERA INOVAÇÃO

O vocabulário que a comunidade LGBTQIAPN+ cria vira rapidamente parte da rotina de todo mundo. “Gag” virou forma de expressar surpresa ou choque positivo; “bafo” descreve uma fofoca e “divos”, no plural orgulhoso, passou a nomear quem performa autoconfiança e talento. Essas palavras nasceram em lives, comentários de vídeos e foram direto para as conversas LGBTQIAPN+ ou não. A comunidade cria linguagem, escala nas redes, e a sociedade absorve essas expressões antes mesmo de compreendê-las, impulsionada pelo alcance instantâneo do TikTok e do Instagram.

Um levantamento da Unesp e da USP, publicado na revista científica Nature Scientific Reports, mapeou que 12% da população adulta brasileira se declara assexual, lésbica, gay, bissexual ou transgênero, o equivalente a cerca de 19 milhões de pessoas, considerando a base populacional do IBGE.

Quem cria a linguagem também cria a dinâmica de consumo

Criadores LGBTQIAPN+ transformam gírias da comunidade em tendências nacionais e o mercado já aprendeu a olhar para isso como inteligência de consumo. O termo “pink money”, ou dinheiro rosa é a expressão que descreve o poder de compra da comunidade LGBTQIAPN+. No Brasil, o estudo Rainbow Homes, da Nielsen, mediu que os lares LGBTQIA+ movimentaram R$ 18,7 bilhões entre 2023 e 2024, com ticket médio de compra online de R$ 363, contra R$ 286 da média nacional. A pesquisa também mostra que uma parcela relevante do público LGBTQIAPN+ está disposta a gastar mais com marcas que falam de diversidade.

No próximo dia 28, comemora-se o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ que surgiu como uma resposta à opressão de pessoas LGBTQIAPN+, promovendo o orgulho, a visibilidade e a luta por direitos iguais. Além do dia 28 de junho, algumas cidades promovem semanas ou meses do orgulho, com paradas, eventos culturais e atividades educativas, reforçando a visibilidade e a inclusão da comunidade na sociedade. https://www.bing.com/ck/a?!&&p=674f4e984919cda3b551e174d11aa05d24b166ba0ace98f3963b84f90e6caeecJmltdHM9MTc4MjM0NTYwMA&ptn=3&ver=2&hsh=4&fclid=3fb794fe-9462-65d4-3076-83f895ad64a1&psq=dia+mundial+orgulho+gay&u=a1aHR0cHM6Ly9wdC53aWtpcGVkaWEub3JnL3dpa2kvRGlhX0ludGVybmFjaW9uYWxfZG9fT3JndWxob19MR0JU&ntb=1

Diversidade LGBTQIAPN+ no ambiente corporativo

Empresas com maior diversidade em cargos de liderança inovam mais, são mais lucrativas e registram maior engajamento interno como consequência direta de equipes que pensam de formas diferentes sobre o mesmo problema.

Um estudo da McKinsey Why diversity matters even more | McKinsey demonstra que empresas inclusivas têm 35% mais chances de superar concorrentes. Além disso, ambientes seguros aumentam o engajamento, produtividade e senso de pertencimento. A diversidade traz mais perspectivas e melhores decisões. Falar sobre diversidade é garantir o direito à dignidade, empatia e respeito. A política de diversidade nas empresas não deve focar apenas no recrutamento, mas também na retenção dos talentos, fazendo com que os profissionais se sintam incluídos.

A JUMP é uma empresa que apoia e valoriza a diversidade dos seus colaboradores. Hoje, em uma palestra com a Pyetra Russo, psicóloga com foco em LGBTQIAPN+ os profissionais tiveram a oportunidade de compartilhar experiências e motivar os colegas, falando sobre a importância do apoio da família e da terapia para uma experiência livre na sociedade.

Copa do Mundo Digital: Audiência x Experiência

Hoje começa um dos maiores eventos esportivos do mundo. Pela primeira vez, uma Copa vai ser sediada em três países: Estados Unidos, México e Canadá. A tecnologia vai entrar em campo e promete dar um show de gols tanto na organização quanto na monetização do evento esportivo. Enquanto os atletas fazem as jogadas, a inteligência artificial prepara as jogadas para cruzar dados, monitorar e criar experiências personalizadas para cada torcedor.

A Copa do Mundo 2026 movimentará números e algoritmos históricos. A FIFA estima um público de aproximadamente 6,5 milhões de espectadores nos estádios ao longo dos 104 jogos do torneio. As projeções mais recentes indicam que a Copa deve gerar em torno de US$13 bilhões em receita, tornando-se a edição mais lucrativa da história.  Essa projeção pode ganhar ainda mais relevância quando considerada a abrangência digital do evento, por meio das transmissões e da análise de dados sobre o comportamento dos torcedores virtuais.

Plataformas digitais, redes sociais, aplicativos esportivos, streaming e e-commerce capturam milhares de sinais para entender o comportamento do consumidor e entregar campanhas cada vez mais emocionais e eficientes. O torcedor será então como um ecossistema de dados e cada clique, pesquisa, compra ou interação durante a Copa promete gerar informações valiosas.

Segundo estudo elaborado pela OpenEconomics (OE) e divulgado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e pela FIFA, a Copa poderá gerar US$40,9 bilhões em PIB global adicional e, para empresas de tecnologia, martech e dados, a Copa vai ser uma mina de ouro.

Com a IA, as marcas conseguem identificar momentos de maior engajamento e recomendar produtos de acordo com o perfil do cliente. Dois consumidores acessando o mesmo aplicativo ao mesmo tempo podem visualizar ofertas completamente diferentes e a experiência de compra deixa de ser massificada e passa a ser individualizada.

As grandes marcas patrocinadoras do campeonato prometem uma experiência de entretenimento além das 200 horas de jogos. A FIFA anunciou o lançamento do jogo FIFA World Cup desenvolvido em parceria com a Netflix e o projeto vai permitir que os torcedores participem virtualmente da competição usando smartphones como controles e interagindo com as seleções e todos os estádios.

A Visa vem investindo em experiências digitais integradas e personalização baseada em dados. Para a Copa, a expectativa é de aumento no uso de tecnologias que conectam compra, entretenimento e experiência do torcedor em tempo real. Já a Coca-Cola tem ampliado o uso de IA para criar campanhas cocriadas pelos consumidores. A Adidas tem investido fortemente em conteúdo digital, comunidades de fãs, influenciadores e experiências híbridas.

Nesse movimento de manter o torcedor engajado mesmo após os 90 minutos da partida, a FIFA vai realizar os FIFA Fan Festivals que serão os principais centros de experiências para os torcedores fora dos estádios unindo entretenimento, música e ativações dos patrocinadores.

Ou seja, se por um lado os torcedores vibram e esperam a bola na rede, para as marcas o golaço da IA vai ser interpretar o comportamento do consumidor e ajustar a comunicação instantaneamente.

Na experiência presencial ao longo dos quase quarenta dias de competição, a IA também vai fazer o cruzamento para a melhor experiência do público. Com bilhões de interações previstas entre torcedores, turistas, marcas e patrocinadores a expectativa é de que a Inteligência Artificial auxilie no atendimento, transporte, atendimento e segurança.

A expectativa é de que as cidades-sede usem chatbots com IA para atender turistas em diferentes idiomas, oferecendo informações sobre acomodação, deslocamentos, experiências nos estádios e atrações turísticas. Outro golaço será também o monitoramento operacional com sistemas inteligentes para controle do número de pessoas, segurança e prevenção de acidentes nos estádios. A inovação também fica por conta de cachorros robôs com scanners facial patrulhando os estádios da Copa e dando suporte aos sistemas de segurança.

O grito do gol, a emoção da vitória e a imprevisibilidade do esporte seguem impossíveis de serem totalmente calculados e a seleção campeã da Copa só saberemos no dia 19 de julho, mas a inteligência artificial já tem garantida a sua medalha de ouro e será lembrada para sempre pela capacidade de transformar volumes de dados em experiências humanas eficientes e personalizadas.

 

Da Runway aos algoritmos: o retorno de “O Diabo Veste Prada” e o Martech com AI Agents

Quase duas décadas após redefinir o imaginário sobre moda, poder e influência, O Diabo Veste Prada 2 estreia nos cinemas do mundo hoje, e Runway não é mais apenas uma revista, mas uma metáfora para todas as marcas que enfrentam a transformação digital.

O Diabo Veste Prada 2 chega ao mercado com alto investimento e forte ativação de marca, um modelo que Hollywood aperfeiçoou ao longo de décadas e agora potencializa com estratégias de marketing e dados.

Projeções indicam um faturamento de US$ 175 a US$ 190 milhões no primeiro fim de semana global com o potencial de ultrapassar rapidamente o total do primeiro filme (US$ 326 milhões ao longo de toda a exibição). O orçamento da produção custou cerca de US$ 100 milhões e a estimativa da verba de marketing, embora não divulgado oficialmente, sugere algo entre US$ 50M e US$ 100M adicionais.

No primeiro filme, Miranda Priestly definia tendências com autoridade absoluta. Agora no segundo, ela enfrenta algo mais poderoso que qualquer editor: a descentralização da influência. Esse movimento reflete diretamente o que acontece no marketing atual que saiu das mãos de poucos influenciadores, passou para plataformas orientadas por dados e agora evolui para sistemas autônomos.

Martech como infraestrutura de influência

Se antes a influência era construída por revistas como Runway, hoje ela é construída por stacks de Martech. O mercado global de Martech cresce impulsionado por três pilares: dados, automação e inteligência artificial. Segundo a Business Reserch Insights, o mercado está projetado para atingir US$ 962 bilhões até 2035, com uma taxa de crescimento de 8,15% de 2026 a 2035. Essa estimativa reflete a crescente demanda por experiências personalizadas e a consolidação da tomada de decisão baseada em dados, impulsionadas por inovações tecnológicas como IA generativa e automação de campanhas.

Um dado particularmente relevante: o buzz gerado antes da estreia já movimentou US$ 38,6 milhões em valor de Midia Impact Value (MIV) para marcas de moda associadas. O Diabo Veste Prada 2 não está apenas projetado para ser um sucesso de bilheteria, mas um case sofisticado de martech aplicado ao entretenimento global com engajamento social,  share of voice e conversão indireta em vendas de produtos associados. Plataformas como Salesforce e Adobe permitem integrar esses dados em dashboards únicos.

O volume de visualizações do trailer (centenas de milhões em 24h) é insight acionável com segmentação de públicos por comportamento, ajuste de campanhas em tempo real e testes A/B de criativos e mensagens. Plataformas como Google, Meta e TikTok são utilizadas para amplificar e otimizar essa distribuição.

Influência e social commerce

O filme opera como um verdadeiro hub de influência com parcerias com marcas de moda e beleza, ativações com influenciadores em redes sociais. Isso transforma awareness em intenção de compra mensurávelAs colaborações com marcas (luxo, automóveis, bebidas) são canais de distribuição adicionais, ampliação de alcance com públicos qualificados e compartilhamento de dados entre parceiros.

Na prática, o filme funciona como uma plataforma omnichannel de ativação de marca, onde cada interação do trailer ao Instagram alimenta um ecossistema de decisão. No passado a indústria do cinema dominava a arte de contar histórias e hoje o diferencial é dominar a capacidade de transformar histórias em dados, dados em estratégia e estratégia em receita.

As parcerias foram pensadas para se encaixar naturalmente no universo da revista fictícia. Grande parte das parcerias incluíram campanhas publicitárias criadas especificamente para o universo do filme e levaram a experiência para o ambiente digital. O filme também impulsionou ativações presenciais sofisticadas: pop-ups em Nova York, menu secreto da Starbucks e produtos exclusivos com destaque para a Diet Coke (latas especiais slim e a criação do Canny Pack, bolsa de couro para carregar refrigerante).

A estreia mundial no Lincoln Center contou com ativações tecnológicas como um provador virtual interativo do Google e a captura de imagens com estética cinematográfica pelos celulares S26 da Samsung.

Da curadoria humana à curadoria algorítmica

Se Miranda Priestly era o centro decisório da Runway com a curadoria humana, centralizada e intuitiva, hoje ela é algorítmica, descentralizada e orientada por dados e o lançamento de O Diabo Veste Prada 2 simboliza uma ruptura clara de que estamos redefinindo quem toma decisões. O filme da Disney é mais do que nostalgia mas um alerta de que a influência evolui, o poder se transforma e liderança exige adaptação.

A evolução dos pagamentos

Aliado ao martech para direcionamento de consumo, a IA agêntica surge como uma evolução para atingir objetivos específicos com pouca ou nenhuma intervenção humana. Empresas como a Visa estão liderando essa transição com sistemas capazes de agir de forma autônoma, tomar decisões com base em objetivos e executar jornadas completas. Agora agentes digitais negociam ofertas, ajustam preços e personalizam experiências em tempo real.

Nesta quarta-feira, (29) foi lançado o Visa Agentic Ready, um programa global criado para preparar o ecossistema de pagamentos para a próxima fase do comércio via agentes de IA.  A iniciativa conta com a participação inicial de Banco do Brasil, Bradesco, Dock, Santander e XP.

“À medida que agentes de inteligência artificial passam a influenciar cada vez mais a forma como as pessoas compram, os pagamentos precisam acompanhar essa evolução”, afirma Catalina Tobar, Head de Produtos de Crescimentos e Parcerias VISA para a Revista Forbes.

Martech sem governança é custo, não crescimento

Não é de hoje que o Martech deixou de ser apenas um conjunto de ferramentas para automatizar campanhas e passou a ser a espinha dorsal da operação de crescimento orientada por dados.  

Em 2026, essa transformação se consolidou de forma pragmática. Segundo a Gartner, mais de 60% dos líderes de marketing já consideram suas stacks de tecnologia críticas para geração direta de receita. Ainda assim, o diferencial competitivo não está no volume de tecnologia contratada, está na capacidade de orquestrar dados, decisões e experiências sob um modelo consistente de governança, especialmente quando a inteligência artificial passa a influenciar decisões em escala. 

O problema é que, embora o investimento em IA aplicada ao marketing tenha crescido de forma acelerada, os resultados continuam desproporcionais. Estudos da McKinsey & Company indicam que apenas cerca de 20% a 30% das iniciativas de IA geram impacto financeiro relevante após a fase inicial. Em muitos casos, projetos ficam presos em pilotos ou não conseguem escalar. A raiz do problema não está na modelagem ou na infraestrutura, está na ausência de governança estruturada. 

Dados fragmentados, baixa qualidade de informação e falta de monitoramento contínuo comprometem a confiabilidade das decisões automatizadas. O desafio: deixou de ser tecnológico e passou a ser de gestão e aí, a governança de IA se torna central dentro do ecossistema martech.  

NA PRÁTICA 

Não se trata apenas de mitigar riscos, mas de garantir alinhamento entre dados, modelos e objetivos estratégicos. Em 2026, esse movimento ganha força com a consolidação de regulações como o AI Act, que estabelece padrões de transparência, rastreabilidade e responsabilidade no uso de IA. Paralelamente, frameworks como o NIST AI Risk Management Framework e os princípios da OECD consolidam diretrizes práticas para empresas estruturarem governança de forma contínua e mensurável. 

Dentro do marketing, isso se traduz em desafios operacionais claros. As plataformas de martech operam hoje com dezenas de modelos simultâneos que impactam segmentação, personalização, atribuição e previsão de comportamento. Sem governança, esses sistemas amplificam vieses e inconsistências. Um relatório recente da Salesforce aponta que mais de 50% dos consumidores afirmam não confiar totalmente em como as empresas usam seus dados, o que conecta diretamente governança à confiança e à marca. Além disso, decisões orientadas exclusivamente por métricas de curto prazo podem deteriorar o valor de longo prazo do cliente. 

A pressão por eficiência e crescimento intensifica esse cenário e a automação se tornou um requisito básico: isso cria uma dinâmica em que o aumento da dependência de IA exige níveis mais altos de controle e visibilidade. Organizações mais maduras entenderam essa equação e passaram a tratar governança como alavanca de escala. Empresas que implementam práticas robustas de governança conseguem, segundo a própria McKinsey & Company, capturar até o dobro de valor em iniciativas de IA quando comparadas às que operam de forma não estruturada. 

JUMP 

A Jump se posiciona como um elo entre estratégia, tecnologia e execução, pois sua abordagem não se limita à implementação de ferramentas, mas à construção de um ecossistema martech orientado por três pilares: integração de dados, orquestração de jornadas e governança de decisões. Isso significa estruturar arquiteturas onde dados são confiáveis, modelos são continuamente monitorados e decisões automatizadas são auditáveis, reduzindo risco e aumentando previsibilidade de resultado. 

Um dos pontos centrais dessa abordagem é incorporar governança desde o design. Empresas que tratam governança como etapa posterior acumulam dívida operacional e perdem velocidade na escala. A lógica mais eficiente é definir ownership de dados, padrões de documentação e métricas de performance desde o início.  

Outro fator crítico é o alinhamento entre áreas técnicas e de negócio. A falta de conexão entre times de dados e marketing ainda é uma das principais causas de fracasso em projetos de IA. Sem linguagem comum, métricas compartilhadas e objetivos claros, modelos se tornam sofisticados, mas irrelevantes para o negócio. A governança, atua como mecanismo de alinhamento, garantindo que decisões automatizadas estejam diretamente conectadas a indicadores estratégicos. 

A gestão do ciclo de vida dos modelos também passa a ser determinante. Modelos de martech sofrem degradação natural à medida que o comportamento do consumidor muda. Sem processos estruturados de monitoramento e atualização, a acurácia cai e o impacto diminui. Organizações como a Jump, que implementam práticas de governança conseguem manter performance por meio de testes controlados, revalidação contínua e ajuste dinâmico de modelos, transformando IA em um ativo vivo e não em um experimento isolado. 

FUTURO 

A ascensão da IA generativa adiciona uma camada de complexidade: ferramentas capazes de produzir conteúdo, otimizar campanhas e personalizar interações em tempo real ampliam exponencialmente a capacidade operacional das equipes. Ao mesmo tempo, aumentam riscos relacionados à propriedade intelectual, consistência de marca e veracidade de informações. Dados da Deloitte mostram que mais de 70% das empresas já estão testando ou implementando IA generativa em marketing, mas menos da metade possui políticas claras de governança para seu uso. 

O futuro do martech será definido pela capacidade de governar tecnologia em escala. Empresas que estruturarem essa base conseguirão operar com mais velocidade, segurança e previsibilidade de resultado. As demais continuarão investindo em tecnologia sem capturar valor proporcional. 

 

Da emoção à conversão: Como a IA pode impulsionar as vendas online para o Dia das Mães

As datas comemorativas do comércio sempre ocuparam um lugar de atenção no varejo. Mesmo antes da era digital datas como dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças e natal mobilizam emoções impulsionando o comercio pelos laços familiares. O que antes era guiado apenas por vitrines e campanhas massivas, agora é potencializado por dados, inteligência artificial e automação com o martech assumindo o protagonismo, transformando emoção em estratégia e resultado.

A força emocional aliada à inteligência de dados

Datas como o Dia das Mães estão entre as mais relevantes em volume de consumo emocional, o que eleva o ticket médio e reduz a sensibilidade ao preço quando a experiência é bem construída. Dados do Google Trends, referentes a pesquisa por “presente de Dia das Mães” nos últimos 5 anos mostram que as pessoas começam a procurar o termo um mês antes da data.

Nesse contexto, o martech permite que empresas antecipem comportamentos de compra com base em dados históricos, personalizem campanhas, criem jornadas de compra mais fluidas e emocionais e aumentem conversão com menor custo de aquisição.

Histórias e chatbots que envolvem os clientes

Com a IA as empresas conseguem prever quais produtos terão maior demanda, ajustar preços, automatizar campanhas com base em performance e criar recomendações personalizadas. Levando em conta a conexão emocional da data, a força das campanhas com storytelling também traz maior taxa de conversão. Assim, campanhas que contam histórias reais, conteúdo que valoriza diferentes tipos de maternidade e vídeos e narrativas que criam identificação tendem a ter melhor conversão.

Além disso, chatbots cada vez mais inteligentes e experiências personalizadas aproximam a marca do cliente com suporte disponível a qualquer hora. Segundo uma pesquisa da HubSpot, 90% das pessoas esperam um retorno imediato das empresas e 60% consideram que “imediato” significa no máximo 10 minutos.

Mobile, conveniência e velocidade

Cerca de 45% das compras sazonais já são feitas via mobile e outro aspecto muito valorizado na jornada de compra online é o frete rápido e gratuito, prioridade para até 50% dos consumidores. Ou seja, a decisão de compra agora ultrapassa a qualidade e preço do produto e segue de uma forma ampla na experiência completa de aquisição.

As marcas agora devem apostar no “shop entertainment” prática que torna a experiência de compra mais divertida e envolvente e casa com o s-commerce em redes sociais como o Tiktok. A estratégia cria a oportunidade de se conectar de maneira mais direta com seus públicos-alvo através de conteúdos relevantes e inspiradores, que incentivam a ação.

Dicas para aumentar vendas no Dia das Mães unindo marketing e tecnologia

1 – Antecipe a jornada de compra

O erro mais comum é ativar campanhas apenas na semana da data. Estudos de comportamento do consumidor mostram que a jornada começa 2 a 3 semanas antes, com pesquisa e comparação de produtos. Inicie campanhas com conteúdo inspiracional (guias de presentes, storytelling), use dados históricos para identificar padrões de compra, crie listas segmentadas.

2 – Invista na personalização

Recomendações baseadas em comportamento (ex: “últimos presentes comprados”), segmentação por perfil de mãe (moderna, clássica, fitness, tech) e e-mails dinâmicos com produtos relevantes. Para aumentar o ticket médio, combine produtos, crie edições limitadas e embalagens exclusivas

3 – Crie urgência

Contadores regressivos em campanhas, alertas de estoque baixo e campanhas de “última chance” segmentada

4 – O poder da conveniência

Mais de 40% das compras sazonais já acontecem via mobile. Por isso, atenção à landing pages rápidas e responsivas, checkout simplificado (menos cliques, mais conversão) e integração com carteiras digitais

5 – Integre canais (omnicanalidade na prática)

O consumidor transita entre canais e espera consistência. Assim, sincronizar experiências entre rede social, site e loja é essencial.

O que é Martech? O futuro das empresas está aqui.

A tecnologia transformou radicalmente a formo como as empresas se conectam com seus consumidores, e o marketing não é exceção. O termo “Martech”, uma fusão de “marketing” e “technology”, refere-se ao conjunto de ferramentas e tecnologias que os profissionais de marketing utilizam para planejar, executar e monitor campanhas, além de gerenciar seus dados e processos. Neste artigo, vamos explorar o conceito de Martech, Adtech, suas características, benefícios, tecnologias e como as empresas podem utilizar.

 

O que é Martech?

Martech é uma ampla gama de tecnologias e plataformas projetadas para melhorar a eficiência e eficácia das estratégias de marketing. Isso inclui desde sistemas de automação até a gestão de relacionamento com o cliente (CRM). A integração dessas tecnologias permite às empresas entender melhor seu público-alvo, criar campanhas mais direcionadas e mensurar o ROI de suas atividades de marketing de forma mais precisa.

 

O que é Adtech?

Apesar de algumas semelhanças com Martech, são modelos de negócios diferentes. Adtech é o conjunto de tecnologias que permitem a compra, venda, entrega e mensuração de publicidade digital, incluindo plataformas de gestão de campanhas até as tecnologias de targeting e retargeting. O foco é a otimização da alocação de orçamento publicitário e para garantir que os anúncios sejam exibidos para o público certo, no momento e no dispositivo certo.

 

Quais as características de uma Martech?

Confira algumas características comuns desses profissionais ou agências que atuam neste segmento:

🔸Gestão de processos: Envolve o uso de ferramentas e tecnologias para otimizar e automatizar os processos de marketing, desde a criação e distribuição de conteúdo até a análise de dados. A eficiência na gestão de processos permite que as equipes de marketing sejam mais produtivas e focadas em atividades estratégicas, reduzindo o tempo gasto em tarefas repetitivas.

🔸Automação de marketing: Com plataformas de Martech é possível automatizar uma série de tarefas, como envio de e-mails, postagens em redes sociais, segmentação de leads e personalização de conteúdo. A automação não apenas aumenta a eficiência, mas também garante que as ações de marketing sejam consistentes e escaláveis, melhorando a experiência do cliente e aumentando as taxas de conversão.

🔸Funil de vendas: As soluções Martech são projetadas para gerenciar e otimizar o funil de vendas, acompanhando o cliente desde a frase de prospecção até a conversão. Captura de leads, nutrição de leads através de conteúdo relevante e personalizado, e análise de comportamentos e interações para mover os leads mais rapidamente através do funil. O objetivo é maximizar as oportunidades de venda e aumentar a receita.

🔸Relacionamento com o cliente: As soluções facilitam a gestão do relacionamento com o cliente (CRM), permitindo que as empresas coletem, armazenem e analisem dados dos clientes, permitindo personalizar as interações e campanhas de marketing, aumentando a satisfação e a fidelidade do cliente.

🔸Mensuração de resultados: As plataformas de Martech fornecem métricas detalhadas e insights sobre o desempenho das campanhas, permitindo que os profissionais de marketing ajustem suas estratégias em tempo real. Métricas como ROI, taxa de conversão, engajamento e retenção de clientes são fundamentais para avaliar a eficácia das ações e tomar decisões informadas.

 

Quais as tecnologias usadas por uma Martech?

Confira algumas tecnologias usadas em Martechs que estão moldando o futuro do marketing:

🔸IA e Machine learning: Automatizar processos complexos, como a análise preditiva de comportamento do consumidor, personalização e criação de conteúdo.

🔸Plataformas de automação: Permitem que as empresas automatizem tarefas repetitivas, como o envio de e-mails e o gerenciamento em múltiplos canais, aumento a eficiência operacional e liberando tempo para atividades estratégicas.

🔸Análise de big data: Coletar, analisar e interpretar grandes volumes de dados está permitindo às empresas em insights profundos sobre o comportamento do consumidor e o desempenho de suas campanhas de marketing, facilitando decisões mais informada e estratégias mais eficazes.

🔸Personalização em escala: Permite que as marcas ofereçam experiências mais relevantes e personalizadas para cada cliente, com base em dados comportamentais e preferências individuais.

🔸Marketing de conteúdo interativo: Quizzes, vídeos interativos e experiências imersivas, que aumentam o engajamento do usuário e melhoram a conversão.

 

Quais os benefícios da implementação de Martech?

As soluções de Martech permitem que as empresas otimizem suas campanhas de marketing, melhorando a eficiência e resultados. Confira alguns dos principais benefícios em implementar martech:

🔸Eficiência operacional: A automação de tarefas repetitivas e integração a gestão de processos, as empresas podem reduzir o tempo gasto em atividades operacionais, liberando recursos para iniciativas estratégicas.

🔸Precisão e personalização: Facilita a criação de campanhas altamente segmentadas e personalizadas, aumentando relevância das mensagens e melhorando o engajamento com os clientes.

🔸Melhora do ROI: Com análises avançadas e insights detalhados, as empresas podem medir com precisão o ROI em suas campanhas de marketing, ajustando estratégias em tempo real para maximizar resultados.

🔸Escalabilidade: As ferramentas Martech são escaláveis, permitindo que as empresas expandam suas campanhas e alcancem novos mercados de forma eficiente e eficaz.

🔸Insights aprofundados: A análise de dados oferece uma compreensão mais profunda do comportamento do clientes e das tendências de mercado, informando decisões estratégias mais embasadas.

🔸Melhora na experiência do cliente: Ao automatizar interações e oferecer personalização, ajuda a melhorar a experiência do cliente, aumentando a satisfação e a fidelidade.

 

Como as empresas podem utilizar o Martech?

Para aproveitar ao máximo o potencial do Martech, as empresas devem considerar as seguintes estratégias:

🔸Integração de plataformas: Escolher e integrar plataformas de Martech que se complementam e se integrem facilmente com sistemas existentes de CRM e gestão de dados.

🔸Treinamento e capacitação: Investir na formação de equipes para utilizar de melhor forma as ferramentas e acompanhar as constantes inovações tecnológicas.

🔸Personalização baseada em dados: Utilizar dados de comportamento do consumidor para personalizar conteúdos e ofertas, aumentando relevância e a eficácia das campanhas.

🔸Monitoramento e otimização: Implementar processos para monitorar o desempenho das campanhas em tempo real, ajustando estratégias com base em insights obtidos através da análise de dados.

 

A Jump é especialista em transformação digital, utilizando tecnologias avançadas de Martech. Nosso foco é capacitar empresas a se destacarem em um mercado digital competitivo, impulsionando o crescimento e a inovação de forma estratégica e eficiente.

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Vamos escutar sobre tecnologia?

Acesse o Jump Talk, nosso bate-papo com convidados relevantes que apresentam assuntos relevantes para a transformação digital da sua empresa.

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Jump Talk #25 – O desenvolvimento e o futuro da tecnologia com IA

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Jump Talk: Martech e Liderança na Era Digital

Jump Talk: Martech e Liderança na Era Digital

 

No episódio 23, trouxemos Luciano Freitas, neurocientista, maestro, empreendedor e ex-executivo de grandes empresas como Uber, Hotmart, Airbnb e BX Blue, Luciano também é co-fundador da Facily, startup que se tornou um unicórnio em 2021.

 

podcast, martech e liderança, luciano freitas, anderson argentoni

 

No decorrer da conversa, Luciano comentou que o marketing está separado em produção de campanha, branding e growth, vindo assim o Martech para ajudar e metrificar, sendo uma excelente oportunidade. “Hoje, quem conseguir unir de fato marketing e tecnologia, não só para ferramentação e operação do marketing, mas também para mensuração, vai sair na frente, porque não tem ninguém fazendo”, ressalta. Continuando sobre o Martech, o entrevistado oferece dicas para quem quer se especializar em martech ou crescer profissionalmente: ir à SXSW, esteja antenado na Bloomberg, participar de palestras, ler os periódicos das empresas, estudar um pouco de programação para entender melhor os produtos, ser curioso e não ter limitações. Mesmo com a cultura que temos, dentro das empresas ele aprendeu que sempre dá para fazer. Pode não ser no momento, mas dá para fazer.

Ao longo do podcast, discutimos como as empresas pode entender e mensurar o ROI das campanhas, ações e investimentos que estão fazendo em soluções de martech ou até mesmo no time de marketing.

Por fim, Luciano deu a dica de sair do chat GPT e vai entender o que é inteligência artificial de verdade. Existem inúmeras coisas que podemos fazer com a I.A, vendas em segundos de uma forma escalável. Ele sugere estudar liderança e entender que, unindo o marketing e tecnologia, e consequentemente I.A seus resultados serão incríveis e sairá do limbo.

Conte com a nossa equipe para saber como transformar digitalmente seus negócios. Temos uma equipe experiente e dedicada pronta para atender às necessidades específicas da sua organização e garantir o melhor resultado possível. Estamos aqui para ajudar a impulsionar a sua empresa para o futuro digital.

No Jump Talk, sempre discutimos com nossos convidados sobre o futuro e as habilidades necessárias para alcançar o sucesso profissional. Assista nossas conversas para se inspirar e aprender com especialistas.

JumpTalk #23 – Martech e liderança na era digital (youtube.com)

Dicas para profissionalizar em Martech

Como Martech atua

O que é Martech?

HackaCogna: Inovação e desenvolvimento tecnológico na Cogna Educação

Com o objetivo de incentivar a inovação e encontrar soluções para desafios específicos nas áreas de Martech e Comercial, o primeiro hackaton feito em parceria entre Jump e a Cogna Educação, maior grupo de educação da América Latina, reuniu mentes brilhantes da empresa em uma maratona intensiva de desenvolvimento de projetos de tecnologia da informação.  

Realizado das 7h30 à meia-noite no dia 18 e das 7h30 às 21 horas no dia 19, o HackaCogna trouxe uma oportunidade única de explorar o potencial da tecnologia para otimizar as atividades operacionais e impulsionar os resultados da empresa. 

 

Objetivo 

O principal objetivo do HackaCogna foi desenvolver soluções inovadoras que pudessem otimizar as atividades operacionais nas áreas de Martech e Comercial da Cogna Educação, permitindo que as equipes obtivessem mais tempo para desenvolver a criatividade no cotidiano 

Participantes 

O HackaCogna contou com a participação de 30 colaboradores da Cogna Educação, divididos em 6 grupos de 5 pessoas. Cada equipe recebeu o desafio de desenvolver um projeto dentro de um período de 24 horas, colocando à prova suas habilidades de desenvolvimento, criatividade e trabalho em equipe. 

 

Os mentores 

Além disso, o HackaCogna contou com o suporte de sete mentores especializados, cada um trazendo sua expertise única para orientar e apoiar os participantes em seus objetivos específicos: 

🔸Mentor de pitch: Écio Moreira, gerente de Marketing da Jump; Gabriela Bacelar, especialista em relações públicas da Jump; e Thiago Felix, gerente de Growth da Cogna Educação, responsáveis por preparar e aprimorar o pitch das apresentações; 

🔸Mentoras de produtos: Thalita Ligeiro, gestora de produtos da Cogna Educação, oferecendo insights sobre a viabilidade e usabilidade das soluções propostas, além de auxiliar na definição e priorização de recursos do produto; 

🔸Mentores de desenvolvimento, I.A. e Integração: Rafael Ferréz, consultor Jump; Fabiane Yassukawa, cientista de dados da Jump; e Eric Lemes coordenador de desenvolvimento, auxiliando as equipes com questões técnicas relacionadas ao desenvolvimento dos agentes especialistas e integrações necessárias. 

Com o apoio desses mentores, os participantes puderam contar com orientação especializada em cada etapa do processo de desenvolvimento de seus projetos, garantindo assim o máximo de sucesso e impacto. 

 

Formato e avaliação 

Durante o hackathon, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar seus projetos por meio de um pitch, seguido por perguntas da banca avaliadora, totalizando 7 minutos. Composta por profissionais experientes e líderes das áreas estratégicas da empresa, a banca avaliadora incluiu Deborah Rodrigues, Gerente Sênior de PR – VPC; Bruno Martos, Gerente Sr. de MarTech da Cogna Educação; Anderson Argentoni, CEO da Jump; Rafael Capua, COO da Jump; e Tyagi Lima, Gerente Sênior de Advanced Analytics, VPEx. 

O HackaCogna representou não apenas uma competição, mas uma oportunidade para os colaboradores da Cogna Educação demonstrarem seu talento, criatividade e capacidade de inovação. Com o apoio da Jump e o compromisso da empresa em explorar novas tecnologias, o evento foi um sucesso e promete trazer resultados impactantes para o futuro da empresa. 

 

Os projetos

As equipes foram desafiadas a desenvolver soluções utilizando inteligência artificial, uma iniciativa que impulsionou a inovação do projeto. Tanto Jump quanto Cogna Educação compartilham a convicção de que o uso dessa tecnologia pode impactar positivamente os negócios. Nosso CEO, Anderson Argentoni, reforça essa mentalidade em seu discurso. 

“Tenho uma visão otimista em relação à inteligência artificial, ao contrário de outras pessoas que a veem de forma pessimista, prevendo que ela substituirá o trabalho humano. Acredito que podemos usar a inteligência artificial para desenvolver soluções que aumentem nossa produtividade e tragam benefícios significativos no dia a dia, potencializando nossas capacidades como seres humanos.  

É importante manter isso em mente ao pensar nas soluções a serem desenvolvidas, priorizando aquelas que nos apoiam e ampliam nossa capacidade como seres humanos.”  

Os participantes utilizaram ferramentas de inteligência artificial, como Microsoft Copilot, Google Gemini e Open.AI para desenvolver soluções voltadas à otimização de atividades operacionais. Cada equipe apresentou sua solução à banca, que avaliou os critérios de criatividade, viabilidade técnica, implementação e colaboração da equipe durante o evento. Após as apresentações, receberam feedback com pontos de melhoria e áreas de atenção para cada projeto. 

Os projetos apresentados refletiram o potencial de cada equipe, demonstrando inovação e habilidades de desenvolvimento em equipes multifuncionais. A banca ficou satisfeita com os projetos desenvolvidos, e agora o próximo desafio é a implementação das soluções. 

 

Premiação e vencedor 

Depois de apresentadas as soluções, a banca se reuniu para discutir qual foi a melhor, levando em consideração os critérios estabelecidos. A decisão foi bastante acirrada, sendo determinada por detalhes mínimos, com a viabilidade e a implementação da solução na Cogna Educação sendo pontos diferenciais. A equipe vencedora contou com a participação de Gustavo Martins, nosso consultor Jump, que contribuiu com sua experiência em IA e modelos preditivos para o desenvolvimento da solução campeã. Como reconhecimento pelo excelente trabalho, cada membro da equipe recebeu troféus individuais e um gift card no valor de R$350,00. 

Próximos Passos 

O sucesso do HackaCogna representa apenas o ponto de partida de uma jornada contínua de inovação na Cogna Educação. Com planos para realizar mais hackatons, a empresa mantém seu compromisso de fomentar a criatividade e o avanço tecnológico entre seus colaboradores, visando produzir constantemente novas soluções para os desafios do setor educacional. 

O HackaCogna não apenas demonstrou o talento e a dedicação dos colaboradores da Cogna Educação, mas também destacou o compromisso da empresa com a inovação e o desenvolvimento tecnológico. Com uma cultura que valoriza a criatividade, o trabalho em equipe e a busca constante por soluções inovadoras, a Cogna Educação está preparada para enfrentar os desafios do futuro e continuar liderando o caminho na educação. 

Jump Data | Edição Páscoa

Se você tem acompanhado as notícias, é fácil ficar preocupado com a situação econômica, com relatos de que os consumidores estão priorizando contas e colocando presentes em último lugar na lista de compras. No entanto, ao mesmo tempo, o mercado mostra otimismo, esperando um aumento no volume de vendas, especialmente no e-commerce.

A Páscoa é uma das datas mais importantes para o mercado de chocolates no Brasil, com um volume de vendas significativo. Tanto é assim que até mesmo outros países, como os Estados Unidos, estão recebendo ovos de chocolate brasileiros. Neste ano, a maior fábrica de chocolates da América Latina produziu 13 milhões de ovos para distribuição tanto no Brasil quanto no exterior.

Para o varejo, a Páscoa sempre representa um período movimentado, com um aumento expressivo no consumo, principalmente quando se trata de chocolates. Hoje, no Jump Data, vamos apresentar alguns números relacionados a esta data comemorativa.

No artigo, ‘Transformação digital: Potencializando negócios em datas comemorativas’  discutimos como você pode utilizar a tecnologia para impulsionar o seu negócio. Apesar de muitas empresas já estarem familiarizadas com a tecnologia, ainda há um vasto campo de oportunidades a explorar no mercado.

Na disputa entre lojas de chocolates, e-commerce e supermercados, o diferencial pode ser a experiência de compra oferecida ao público. Os preços já não são mais o único fator decisivo, pois pesquisas mostram que os consumidores valorizam a experiência.

Portanto, aproveitar a tecnologia para compreender melhor o comportamento do cliente e criar experiências ou produtos diferenciados é apenas o começo, algo que se tornará mais crucial a cada ano. As empresas que investirem e souberem analisar e gerenciar os dados coletados durante essa época sairão na frente.

É importante lembrar que a Páscoa de 2025 já está em andamento para todas as empresas que trabalham com dados. Aqueles que contarem com uma equipe preparada certamente saberão como agir no próximo ano.

Contate a Jump e dê início à transformação digital do seu negócio.

Transformação Digital em datas comemorativas:

A cada ano, novos sabores são lançados, marcas inovam ou resgatam clássicos de bombons mais vendidos, enquanto os ovos caseiros oferecem espaço para empreendedores criarem seus próprios sabores. Temos ovos trufados, com sorvete, múltiplas camadas, com ou sem brinquedos e brindes, em uma variedade de modelos. 

Mas como a tecnologia e a inovação tecnológica se encaixam na Páscoa? Como as empresas podem aproveitar essa época do ano para alcançar grandes resultados de vendas ou fortalecer relacionamentos? 

A inteligência artificial oferece a oportunidade de analisar uma vasta gama de dados captados durante esse período, como os sabores mais populares, regiões de maior demanda, perfis de consumidores, plataformas de e-commerce mais utilizadas, volume de estoque, entre outros. 

Toda data comemorativa oferece um rico conjunto de dados que podem ser aplicados em futuras estratégias e planejamentos, seja para personalizar o atendimento, a venda de produtos ou inovar na criação de novos itens. 

Atualmente, os líderes devem estar atentos às tecnologias que podem tornar suas estratégias mais eficazes, seja para fidelizar clientes, aumentar vendas ou otimizar processos. 

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Então, como podemos utilizar a tecnologia durante a Páscoa ou em datas sazonais?

🔸Cibersegurança: Implemente tecnologias de segurança de dados para prevenir fraudes, especialmente durante períodos propensos a golpes. 

🔸Gestão de Estoque: Utilize análises de dados para melhorar a logística e armazenamento, possibilitando uma distribuição inteligente que gera economia e agilidade na entrega, evitando excessos ou escassez de produtos. 

🔸Jornada do Cliente: Envie campanhas de e-mail marketing, SMS ou mensagens pelo WhatsApp com ofertas, receitas e cupons de desconto, acompanhando o cliente desde o interesse até a compra. 

🔸Campanhas de Tráfego Segmentado: Segmente o público-alvo com mensagens específicas para cada grupo. 

🔸Chatbot Personalizado: Programe chatbots com atendimento temático, personalizando toda a experiência do cliente. 

🔸Aplicativos Mobile: Crie aplicativos específicos para gerar relacionamento com os clientes, capturando dados para personalizar ações e experiências. 

🔸Experiências de Realidade Virtual em Lojas: Ofereça experiências de degustação virtual ou tours virtuais em lojas físicas, usando tecnologias de realidade virtual. 

🔸Transmissões ao Vivo e Webinars: Faça transmissões ao vivo para lançamentos de produtos, novidades ou aulas de receitas temáticas. 

🔸Personalização de Produtos: Permita que os clientes personalizem seus produtos via aplicativos ou sites, oferecendo um estilo self-service de compra. 

🔸Automatização de Tarefas Repetitivas: Utilize IA para automatizar tarefas como atendimento ao cliente, processamento de pedidos e logística. 

Estas são algumas maneiras de aproveitar a tecnologia em benefício do seu negócio durante a Páscoa. Empresas que não souberem aproveitar as vantagens das ferramentas disponíveis no mercado arriscam ficar atrás da concorrência. 

Anualmente, o número de vendas em datas comemorativas, principalmente no e-commerce, tem aumentado, tornando a transformação digital uma necessidade para todas as empresas. Isso é válido tanto para grandes empresas quanto para pequenos negócios, cada um com seus diferenciais e formas de relacionamento com o cliente. A chave está em saber como aproveitar ao máximo cada informação disponível. 

Contate a Jump e dê início à transformação digital do seu negócio. Não fique para trás diante do mercado em constante evolução!

 

Vamos escutar sobre tecnologia?

Acesse o Jump Talk, nosso bate-papo com convidados relevantes que apresentam assuntos relevantes para a transformação digital da sua empresa.

Separamos episódios que podem te interessar:

JumpTalk #23 – Martech

JumpTalk #20 – Databricks

JumpTalk #19 – Teradata

JumpTalk #18 – JHub