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Shadow AI: o que acontece na sua empresa e você não vê?

Ganho de produtividade, assertividade em projetos e inovação parecem o sonho de todo empresário ao avaliar a capacidade de seus colaboradores. Com a Inteligência Artificial incorporada à rotina corporativa, fica difícil dimensionar o quanto dados, processos e decisões empresariais estão expostos nas ferramentas de IA, muitas vezes usadas sem aprovação, supervisão ou conhecimento das áreas responsáveis. A Shadow AI cresce silenciosamente nas tarefas diárias dos colaboradores pela facilidade de acesso. Muitas vezes, profissionais desavisados compartilham informações sem compreender os riscos relevantes para segurança, privacidade, compliance e governança.

Quem deve governar a Shadow AI?

A consultoria Gartner projeta que, até 2027, 40% das empresas sofrerão incidentes de segurança ligados a esse uso informal. A área de TI deve garantir arquitetura, integração e controles técnicos, enquanto a segurança da informação precisa avaliar riscos e implementar mecanismos de proteção. Ao mesmo tempo, Compliance e Jurídico devem analisar impactos regulatórios e a Comunicação Interna deve atuar na conscientização dos colaboradores. Cabe à alta liderança estabelecer diretrizes estratégicas para o uso responsável de IA.

O risco do uso da Shadow AI deve ser tratado na organização como Gestão de Riscos Corporativos, já que na eventualidade de um colaborador compartilhar informações confidenciais em uma ferramenta não autorizada, o impacto pode atingir clientes e parceiros, ou até mesmo informações protegidas pela LGPD podem ser expostas indevidamente.

Segundo dados da WalkMe, apenas 7,5% dos trabalhadores receberam treinamento extensivo sobre uso de IA, enquanto 23% nunca receberam orientação alguma. Sem educação e sem alternativas formais, a proibição não elimina o comportamento, apenas a empurra para onde a empresa não consegue mais enxergar.

De acordo com o estudo global Future of Professionals 2026, realizado pela Thomson Reuters com mais de 1.800 profissionais em 62 países, 46% dos trabalhadores latino-americanos utilizam IA não homologada por suas organizações.

No Brasil, a adoção corporativa de IA saltou de 20% para 51% em apenas doze meses, um dos ritmos mais acelerados do mundo. O problema é que a infraestrutura de governança não acompanhou essa velocidade. Segundo o Cisco Cybersecurity Readiness Index 2025, apenas 5% das empresas brasileiras atingiram maturidade em cibersegurança, e 53% admitem não ter confiança para detectar o uso de Shadow AI nas suas operações.

Junto com problemas jurídicos, o impacto financeiro é alarmante. Violações originadas em Shadow AI custam em média US$670 mil dólares a mais do que outros incidentes, de acordo com o IBM Cost of a Data Breach Report 2025. Em 97% dos casos de violação envolvendo modelos ou aplicações de IA, não havia controles de acesso adequados.

O que já está em vigor: o marco regulatório brasileiro

Mesmo sem uma lei específica de IA sancionada, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já impõe obrigações sobre coleta, tratamento e responsabilização de dados pessoais. Se um colaborador insere dados de clientes em uma plataforma externa e há vazamento, a responsabilidade legal recai sobre a empresa. Paralelamente, o PL 2338/2023 — o Marco Legal da Inteligência Artificial — segue em tramitação na Câmara dos Deputados. Inspirado no modelo europeu, o projeto prevê a classificação de sistemas de IA por nível de impacto, direitos de transparência e contestação para pessoas afetadas por decisões automatizadas, e multas que devem seguir parâmetro semelhante ao da LGPD.

A ausência de lei específica não significa ausência de risco regulatório pois a LGPD já cobre boa parte do terreno e o PL 2338 tende a adicionar uma camada complementar de exigências sobre governança e auditabilidade dos próprios sistemas de IA.

O contexto internacional

O AI Act da União Europeia já está em vigor para as práticas de risco inaceitável como manipulação subliminar e pontuação social por governos. As multas para violações de alto risco podem chegar a €15 milhões ou 3% do faturamento global anual; para as proibições mais graves, até €35 milhões ou 7%. Empresas brasileiras com clientes ou operações no bloco europeu estão sujeitas a essas regras independentemente de onde o sistema de IA foi desenvolvido.

Nos Estados Unidos, a ausência de uma lei federal única mantém o cenário fragmentado entre iniciativas estaduais e frameworks voluntários como o NIST AI Risk Management Framework, que vem se consolidando como referência de mercado para estruturar governança de IA mesmo sem força de lei.

A norma internacional ISO/IEC 42001, publicada em 2023, também ganhou tração como padrão certificável para sistemas de gestão de IA sendo cada vez mais exigida em processos de due diligence e contratos B2B.

Adotar Frameworks Reconhecidos

Normas como a ISO/IEC 42001, ISO/IEC 38507, ISO/IEC 23894 e estruturas do NIST AI RMF oferecem diretrizes importantes para governança e gestão de riscos em IA.

A Jump obteve a certificação ISO/IEC 42001, tornando-se uma das primeiras consultorias de tecnologia do Brasil a operar com um sistema de gestão de Inteligência Artificial formalmente certificado por auditoria independente. A conquista coloca a empresa em um grupo ainda seleto no país, em um momento em que a governança de IA deixou de ser pauta de comitê para se tornar critério concreto de negócio.

A ISO 42001 é a primeira norma internacional desenvolvida para a gestão responsável de sistemas de inteligência artificial. Ela exige que as organizações estruturem processos auditáveis para o desenvolvimento, uso e monitoramento contínuo da IA contemplando a gestão de riscos algorítmicos, rastreabilidade de decisões automatizadas, qualidade de dados, transparência e supervisão humana sobre sistemas de alto impacto.

O denominador comum entre os dados e o cenário regulatório é claro: Shadow AI não é um problema de tecnologia, mas de governança que se manifesta como risco técnico, regulatório e financeiro. As organizações mais maduras não bloqueiam as inovações, mas criam mecanismos para utilizá-la de forma segura, ética e alinhada aos objetivos corporativos.

RADAR AI

A Jump criou uma solução para levar governança na velocidade da IA e auxiliar às empresas no diagnóstico da situação atual, desenho do modelo de governança ajustado ao porte e ao setor e a definição de processos e critérios de priorização de iniciativas de IA. A implementação acontece em etapas e o resultado do diagnóstico é consolidado em um documento executivo estruturado, desenvolvido para apoiar a leitura estratégica do cenário avaliado e orientar a tomada de decisão.

Como funciona o RADAR AI:

Descoberta e Inventário de Governança 

–  Detecção automática de Shadow AI
– Registro centralizado dos sistemas, com responsável, nível de risco e status de conformidade
– Interface conversacional para consultar o inventário em linguagem natural

Análise de Risco e Políticas 

– Painel consolidado de risco por ativo, categoria e severidade
– Rastreamento de findings com responsável identificado
– Políticas built-in que identificam violações automaticamente
– Avaliações estruturadas e rastreáveis com histórico completo

Governança, Monitoramento e Auditoria   

– Score dinâmico de conformidade: EU AI Act · ISO 42001 · NIST AI RMF · LGPD
– Controle de provedores e modelos aprovados por ambiente e nível de dados
– Monitoramento em tempo real com alertas e gestão de incidentes
– Audit trail imutável e exportável para reguladores

Agende uma reunião com os nossos especialistas e assuma o controle das informações da sua empresa com o RadarAI.

O mercado de trabalho na era da Inteligência Artificial

Estamos vivendo a reconfiguração histórica do mercado de trabalho e produtividade com a Inteligência Artificial. Se na revolução industrial a produtividade foi acelerada e o trabalho automatizado, percebemos esse mesmo impacto acontecendo com tarefas repetitivas sendo automatizadas, robôs humanóides assumindo ações cotidianas e a evolução em outras áreas já dominada pela IA.

Em 2026, empresas de todos os setores utilizam IA para acelerar operações, reduzir custos, ampliar produtividade e otimizar decisões orientadas por dados. No entanto, à medida que a automação avança, surgem debates sobre o impacto na oferta de postos de trabalho e na criatividade e inovação humana.

Segundo dados da ONU, o mercado global de inteligência artificial deve alcançar 4,8 trilhões de dólares (cerca de R$ 27 trilhões) até 2033 e com esse cenário quase metade dos empregos em todo o mundo poderiam ser afetados.

Apesar do avanço da IA, a tendência não é de uma grande extinção de profissões, mas de transformação do mercado já que a inteligência artificial não cria conhecimento original, mas opera a partir de dados existentes, em um modelo probabilístico. Enquanto isso, o ser humano mantém a capacidade de intuição, criatividade, pensamento crítico e a habilidade de estabelecer empatia com a comunicação e relacionamento.

Segundo pesquisas recentes do setor de tecnologia, aproximadamente 57% das aplicações corporativas de IA estão relacionadas à ampliação da capacidade humana, e não à substituição completa da força de trabalho. As empresas mais inovadoras começam a valorizar cada vez mais pensamento crítico, visão de negócio, comunicação estratégica, liderança e inteligência emocional.

Geração Z e a transformação da cultura corporativa

Um dos efeitos mais relevantes da IA está nas posições júnior. Historicamente, funções operacionais serviam como porta de entrada para desenvolvimento de repertório técnico e estratégico. Com a automação dessas atividades, surge uma discussão que já impacta programas de trainee, formação universitária, desenvolvimento corporativo e modelos de liderança.

A chegada da geração Z ao mercado acelerando ainda mais essa transformação. Diferentemente de gerações anteriores, os novos profissionais priorizam equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e buscam ambientes emocionalmente saudáveis. Para empresas de tecnologia, isso representa uma mudança importante na construção de employer branding e cultura corporativa.

As profissões em ascensão na economia da IA

Apesar da automação, a inteligência artificial também impulsiona novas carreiras e especializações. Entre as funções com maior crescimento estão: especialista em IA generativa, cientista de dados, engenheiro de machine learning, especialista em governança de IA, especialista em cibersegurança, gestor de AI Agents e consultor de automação inteligente.

A Jump é uma empresa que oferece soluções personalizadas para todos os segmentos. Impulsionamos a transformação digital de empresas e organizações, moldando seus processos, serviços e modelos de negócio com estratégias e tecnologias inovadoras.

Nossa Missão: capacitar a expansão dos negócios por meio de soluções inovadoras, fomentando eficiência, produtividade e transformação.

Nossa Visão: ser líder em transformações de negócios e referência em inovação e qualidade de serviço.

Veja como fazer parte da nossa equipe!

O futuro do trabalho será híbrido

Paradoxalmente, quanto mais avançamos tecnologicamente, maior se torna o valor das competências humanas. A IA inaugura uma nova era em que os profissionais mais valiosos serão aqueles capazes de usar automação como acelerador de processos, transformar dados em estratégia, liderar mudanças, conectar tecnologia e negócios e manter pensamento crítico e criatividade ativos.

Como implementar tecnologias de forma eficaz?

A transformação digital está moldando o futuro dos negócios, e a implementação de novas tecnologias tornou-se uma necessidade para empresas que buscam manter-se competitivas. No entanto, o processo envolve mais do que a simples adoção de ferramentas; requer uma estratégia sólida para maximizar os benefícios e minimizar os desafios. Neste artigo, vamos explorar profundamente os principais benefícios da tecnologia para as empresas, os desafios que podem surgir ao longo do caminho e as melhores práticas para garantir uma implementação bem-sucedida.

 

Benefícios da implementação de tecnologias

A adoção de tecnologias inovadoras é um dos principais motores de crescimento para as empresas. Soluções como automação, inteligência artificial e Big Data não apenas revolucionam processos internos, mas também criam oportunidades para novos negócios e uma experiência de cliente diferenciada. Confira como essas inovações podem transformar sua organização!

  • Aumento da eficiência operacional: A automação de processos rotineiros e o uso de tecnologias para otimizar a produção permitem uma gestão mais eficiente do tempo e dos recursos, reduzindo custos e erros humanos.

  • Melhoria na tomada de decisões: Ferramentas analíticas e tecnologias de Big Data oferecem insights em tempo real, ajudando gestores a tomar decisões embasadas em dados concretos, diminuindo os riscos e aumentando a assertividade nas estratégias.

  • Inovação contínua: A implementação de tecnologias como IA e machine learning possibilita o desenvolvimento de novos produtos e serviços. Isso mantém a empresa sempre à frente da concorrência, pronta para atender às demandas do mercado com agilidade.

  • Escalabilidade e flexibilidade: Com soluções baseadas em nuvem, as empresas podem facilmente expandir seus recursos conforme a demanda cresce, sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura física.

  • Experiência aprimorada do cliente: Tecnologias como chatbots, personalização de marketing e análise de comportamento do consumidor oferecem uma experiência mais fluida, rápida e personalizada, aumentando a satisfação e fidelização dos clientes.

Na Jump, vemos a implementação de tecnologias como um impulsionador de inovação e crescimento contínuo. Empresas que adotam essas soluções ganham eficiência e a capacidade de responder rapidamente às mudanças do mercado. Quer saber mais sobre como a tecnologia pode transformar sua empresa? Fale conosco!

 

Desafios da implementação de tecnologias

Embora os benefícios sejam claros, a jornada para implementar novas tecnologias pode ser cheia de obstáculos. Entender e antecipar esses desafios é essencial para que a transição seja bem-sucedida e para evitar interrupções nos negócios. Veja a seguir os principais desafios que sua empresa pode enfrentar ao longo desse processo e como superá-los!

  • Resistência à mudança: Um dos maiores desafios é a aceitação interna. Equipes podem resistir a mudanças nos processos por medo de perder o controle sobre seu trabalho ou por receio de que novas tecnologias substituam suas funções.

  • Custo inicial elevado: A implementação de tecnologias avançadas pode exigir um investimento significativo, especialmente em infraestrutura, treinamento e integração com sistemas legados.

  • Integração com sistemas existentes: A maioria das empresas possui sistemas legados que, muitas vezes, não são compatíveis com as novas tecnologias. A integração pode ser demorada e requerer adaptações ou substituições complexas.

  • Segurança e privacidade de dados: Com a digitalização, aumenta o risco de ataques cibernéticos. Implementar tecnologias sem a devida atenção à segurança pode expor a empresa a violações de dados e comprometer a confiança dos clientes.

  • Capacitação e adaptação: Para que as tecnologias sejam usadas em seu pleno potencial, é necessário investir no treinamento da equipe. A falta de habilidades técnicas adequadas pode retardar a implementação e reduzir os benefícios das soluções tecnológicas.

Na Jump, ajudamos as empresas a enfrentar esses desafios com soluções personalizadas e um suporte contínuo que garante uma transição tranquila. Sabemos que o caminho da transformação digital pode ser complexo, mas com o planejamento certo, ele se torna uma jornada de sucesso. Pronto para superar os desafios da implementação de tecnologia? Conte conosco!

 

Práticas para uma implementação eficaz

Garantir o sucesso da implementação de novas tecnologias requer uma abordagem estratégica e bem planejada. A adoção de práticas eficazes não apenas facilita a transição como também maximiza o retorno sobre o investimento. Confira as práticas que podem transformar sua implementação em um caso de sucesso!

  • Planejamento detalhado e alinhamento de objetivos: Definir objetivos claros e traçar um plano estratégico com prazos e metas mensuráveis é essencial. Isso inclui o alinhamento entre as necessidades da empresa e as soluções tecnológicas escolhidas.

  • Gestão de mudança eficiente: Para superar a resistência interna, é importante envolver todos os colaboradores desde o início do processo. Criar uma cultura de inovação e fornecer suporte contínuo são chaves para uma transição suave.

  • Escolha de parceiros tecnológicos estratégicos: Trabalhar com fornecedores e consultores experientes garante que sua empresa esteja adotando as soluções mais adequadas e eficientes para seu contexto.

  • Capacitação contínua: O treinamento não deve parar após a implementação inicial. Para extrair o máximo das tecnologias, invista no desenvolvimento contínuo das habilidades dos colaboradores.

  • Monitoramento e ajustes: Acompanhar de perto os resultados após a implementação é essencial. Esteja preparado para realizar ajustes, otimizações e atualizações para garantir que as soluções tecnológicas continuem atendendo às necessidades da empresa.

A implementação de tecnologias pode transformar radicalmente a maneira como sua empresa opera, mas é fundamental que isso seja feito com um planejamento cuidadoso e práticas adequadas. Na Jump, oferecemos o suporte que sua empresa precisa para navegar nesse processo com confiança. Entre em contato e descubra como podemos ajudar sua empresa a crescer através da tecnologia!

Vazamento de 26 bilhões de dados

Pesquisadores de segurança descobriram o maior vazamento de dados já registrado até o momento. A base de dados, com aproximadamente 26 bilhões de registros, foi encontrada numa instância de armazenamento aberto e é referida como a “mãe de todos os vazamentos”.

Os dados incluem informações pessoais de usuários de plataformas e serviços como X (antigo Twitter), Adobe, Canva, Dropbox, LinkedIn e Telegram, além de registros de várias organizações governamentais dos EUA e de outros países, incluindo o Brasil.

No Brasil, o vazamento inclui dados de quase 350 milhões de contas, incluindo dados de instituições públicas como USP, SPTrans e Petrobras, e empresas privadas como CCA, Descomplica e Vakinha.

Os pesquisadores alertam que os dados podem ser usados para diversos tipos de ataque, como roubo de identidade, esquemas de phishing, ataques cibernéticos direcionados e acesso não autorizado a contas pessoais e sensíveis.

Para as pessoas se protegerem dos riscos associados a esse vazamento, as vítimas devem: mudar suas senhas em todas as contas, estar atentas a e-mails de phishing, usar autenticação de dois fatores em todas as contas.

No caso de empresas é importante implementar uma estratégia de governança de dados. Que se trata de um conjunto de práticas, processos, políticas, padrões e métricas que visam garantir a qualidade, a segurança, a disponibilidade e a usabilidade dos dados em uma organização.

À medida que as organizações enfrentam desafios como esse cada vez mais complexos em relação aos dados, investir em ferramentas avançadas para governança torna-se indispensável.

A Jump é uma empresa especializada em governança de dados, assim como outros serviços em tecnologia e dados. Nossa equipe pode ajudar sua empresa a implementar estratégias de governança de dados adequadas a cada necessidade.

Acesse nosso site para saber mais sobre como podemos proteger seus dados:

Jump agora é parceira Select da AWS

A Jump Label, anuncia sua validação como parceiro de serviços do nível Select da AWS. Esta validação certifica que a Jump Label segue as melhores práticas da AWS, possui profissionais treinados e certificados, e demonstra experiência comprovada no fornecimento de serviços da AWS.

 

Além disso, a Jump Label obteve a designação do Programa de Parceiros do Setor Público da AWS, reconhecendo sua competência em soluções baseadas em nuvem nas áreas educacional, governamental, espacial e de ONGs.

 

“A Jump Label tem orgulho de receber a validação da parceria com a AWS”, afirma Anderson Argentoni, sócio-fundador da empresa. “Nossa equipe se dedica a ajudar as empresas a atingirem suas metas de tecnologia, aproveitando a agilidade, a amplitude dos serviços e o ritmo de inovação que a AWS oferece.”, completa.

 

A Rede de parceiros da AWS (APN)

 

A APN é uma comunidade global de parceiros que oferece programas, especializações e recursos para criar, promover e vender ofertas otimizadas para clientes que buscam soluções de nuvem. Juntos, os parceiros e a AWS podem fornecer soluções inovadoras, solucionar desafios técnicos, concretizar negócios e proporcionar valor aos clientes.

 

Caso de Sucesso: Migração de Sistema Legado para Nuvem

A empresa, atuante no setor de agronegócio, enfrentava problemas com seu sistema de gerenciamento de vendas on-premises, que apresentava limitações em termos de escalabilidade e flexibilidade. Diante disso, a empresa decidiu migrar seus processos para a nuvem, utilizando a AWS Databricks. A mudança gerou desafios, mas também trouxe melhorias significativas na agilidade e eficiência dos processos.

 

Desafios Enfrentados:

Limitação de recursos em seu sistema de gerenciamento de vendas on-premises;

Limitações em termos de escalabilidade e flexibilidade;

Sistema obsoleto;

Picos de demanda;

Desenvolvimento de novas funcionalidades.

 

Soluções Implementadas:

Realizar uma avaliação da infraestrutura atual e dos requisitos da empresa em relação à nuvem;

Migração de processos para AWS Databricks utilizando ferramentas de migração de dados;

Configurar políticas de segurança;

Implementar automação de processos;

Geração de painel gerencial com os indicadores de vendas.

 

Benefícios Alcançados:

Maior escalabilidade, permitindo que a empresa pudesse lidar com picos de demanda sem afetar a qualidade do serviço;

Maior flexibilidade na manipulação de grandes volumes de dados;

Redução de custos;

Aumento da eficiência do processo e gerenciamento de vendas;

Maior segurança no processo.

 

Resultados:

94% de aumento na disponibilidade.

37% de redução no custo operacional.

4 horas de redução no tempo médio de respostas para consultas.

 

Serviços oferecidos pela Jump

 

Migração para a nuvem: Serviços para facilitar a transição de sistemas on-premises para a nuvem.

Análise e ciência de dados: Soluções focadas em machine learning e inteligência artificial.

Desenvolvimento de pipelines: Estruturação de dados para otimização de processos.

 

Utilizamos uma metodologia diferenciada, entregando resultados de alta performance e qualidade com agilidade e eficiência. Nossa missão é ir além do básico e trazer dinamismo e inovação para todos os tipos de negócios.

 

 

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Vamos escutar sobre tecnologia? 

Acesse o Jump Talk, nosso bate-papo com convidados relevantes que apresentam assuntos relevantes para a transformação digital da sua empresa. 

Separamos episódios que podem te interessar: 

Jump Talk #25 – O desenvolvimento e o futuro da tecnologia com IA

JumpTalk #23 – Martech e liderança na era digital

Jump Talk #17 – Boas Práticas em Governança de Dados

Jump Talk #15 – Dados em Marketing

 

Desvendando o Poder do Big Data

No mundo digital de hoje, a quantidade de dados gerados diariamente é imensa. Essa explosão de informações levou à ascensão do Big Data, uma área que revolucionou a forma como as empresas coletam, armazenam, analisam e utilizam dados para obter insights valiosos.

 

O que é Big Data?

 

O termo “Big Data” foi criado para descrever a capacidade de lidar com enormes volumes de dados que ultrapassam as capacidades dos sistemas tradicionais de armazenamento e análise. O conceito começou a ganhar destaque no início dos anos 2000, impulsionado pelo crescimento exponencial da internet e da digitalização dos negócios.

 

Com o avanço da tecnologia, as empresas passaram a ter acesso a uma variedade de fontes de dados, como redes sociais, dispositivos móveis, sensores e transações online. Isso resultou em um cenário rico em informações, mas também desafiador para as empresas extraírem valor desses dados. Surgiram então as soluções de Big Data, que ofereciam capacidades avançadas de coleta, armazenamento e análise para lidar com a imensidão de informações disponíveis.


Big Data volume visualização velocidade veracidade

Aplicações de Big Data no mercado B2B

 

No mercado B2B, o Big Data tem se tornado uma ferramenta estratégica para impulsionar o crescimento e a eficiência das empresas. Abaixo, trazemos os principais exemplos de aplicação:

 

Tomada de decisões inteligentes: Com o Big Data, as empresas podem coletar e analisar dados de mercado, comportamento do cliente, concorrência e tendências do setor para embasar decisões mais informadas. Isso permite identificar oportunidades, ajustar estratégias e antecipar demandas.

Personalização e experiência do cliente: O Big Data possibilita a criação de perfis detalhados dos clientes, incluindo preferências, histórico de compras e interações. Esses insights permitem a personalização de produtos, serviços e experiências, resultando em mais satisfação e fidelização dos clientes.

Otimização da cadeia de suprimentos: O Big Data facilita a gestão eficiente da cadeia de suprimentos, analisando dados em tempo real para prever demanda, otimizar estoques, melhorar a logística e reduzir custos operacionais.

Detecção de fraudes e análise de riscos: Com volumes enormes de dados sendo monitorados, é possível identificar padrões suspeitos e anomalias que podem indicar atividades fraudulentas ou riscos financeiros. Isso ajuda a proteger empresas contra perdas, prejuízos e golpes.

 

Big Data e tecnologias avançadas

Além disso, o Big Data está intimamente conectado a outras tecnologias avançadas, fortalecendo sua eficácia e potencializando suas aplicações.

Nos campos de Machine Learning e Inteligência Artificial, a combinação de Big Data permite a criação de modelos preditivos e sistemas de recomendação mais precisos. Como destaca Andrew Ng, cofundador da Google Brain e ex-vice-presidente da Baidu: 

 

“Os dados são o núcleo da IA. A capacidade de capturar e analisar grandes volumes de dados é o que impulsiona os avanços mais empolgantes da inteligência artificial.”

 

No ramo da Internet das Coisas (IoT), a integração do Big Data possibilita a coleta e análise de dados em tempo real de todos os sensores e dispositivos conectados, abrindo caminho para a otimização de processos industriais, manutenção preditiva e monitoramento de ativos.

Big Data também está intrinsecamente conectada à computação em nuvem, aproveitando a escalabilidade e a flexibilidade oferecidas pelo sistema para lidar com os grandes volumes de dados do conceito.

 

Benefícios da Integração com Outras Tecnologias:

Machine Learning e IA: A combinação de Big Data com IA e Machine Learning permite a criação de algoritmos mais precisos e eficientes, melhorando a tomada de decisões e a automação de processos.

IoT: Com a IoT, o Big Data pode coletar e analisar dados em tempo real, otimizando operações e prevenindo falhas antes que elas ocorram.

Computação em Nuvem: A nuvem oferece a capacidade de processar e armazenar grandes volumes de dados de maneira eficiente e econômica, escalando conforme a necessidade da empresa.

 

Case de sucesso: Cogna Educação

 

A Cogna, uma instituição de ensino renomada, comprometida com a excelência em serviços e processos, reconheceu a importância dos dados para suas decisões estratégicas. A empresa é uma holding com 8 marcas, atendendo a mais de 2 milhões de alunos e contando com mais de 23 mil colaboradores.

Para garantir a qualidade, integridade e segurança das informações sob sua gestão, a Cogna estabeleceu um processo de Governança de Dados. Durante esse processo, foi identificado a necessidade de implementar políticas e ações específicas de Governança de Dados, ao mesmo tempo em que buscava um sistema eficiente para facilitar sua implementação.

 

Desafios Enfrentados:

 

Implementação de um processo inexplorado, carente de documentação;

Deficiências na comunicação interdepartamental;

Centralização excessiva na gestão da Governança de Dados;

Falta de consciência sobre a importância da divulgação de dados;

Carência de monitoramento efetivo da Governança de Dados.

 

Solução Proposta:

 

Identificar e definir diretrizes claras para governança de dados;

Especificar de forma precisa as funções e responsabilidades;

Planejar e implementar processos para gerenciamento dos metadados, desenvolver um glossário de termos e conceitos-chave e definir regras para garantir a qualidade de dados;

Criar procedimentos detalhados para o armazenamento e catalogação de dados;

Traçar a linhagem dos dados, identificando relações e fluxos;

Colaborar com as principais aplicações, serviços e interfaces utilizadas pela área;

Desenvolver uma política e procedimentos para governança de dados;

Implementar o Open Metadata e configurá-lo com os dados e informações identificadas nos passos anteriores.

 

Benefícios Alcançados:

 

Organização sistemática da Governança de Dados;

Procedimentos para aprimoramento da qualidade dos dados;

Estruturação de um glossário de dados;

Implementação de um Catálogo de Dados estruturado, incorporando regras de negócios;

Criação de um mapeamento das origens de dados, englobando domínios, linhagem de dados e metadados;

Formulação e implementação de políticas e diretrizes para a gestão de dados.

 

Conclusão

 

O Big Data se tornou um recurso valioso para as empresas, virtualmente imprescindível para que os negócios tenham escalabilidade com o melhor retorno financeiro possível. À medida que o universo dos dados continua a crescer, o Big Data se consolida cada vez mais como uma ferramenta indispensável para impulsionar a transformação digital e o sucesso das empresas no mercado.

 

 

Jump Lable chamada transformação digital

 

Vamos escutar sobre tecnologia? 

Acesse o Jump Talk, nosso bate-papo com convidados relevantes que apresentam assuntos relevantes para a transformação digital da sua empresa. 

Separamos episódios que podem te interessar: 

Jump Talk #25 – O desenvolvimento e o futuro da tecnologia com IA

Jump Talk #21 – A cultura e democratização dos dados d’O Boticário

JumpTalk #20 – Databricks 

Jump Talk #17 – Boas Práticas em Governança de Dados