Jump leva clientes e colaboradores ao MOTO1000GP em Interlagos

COO Rafael Capua voltou à pista na quinta etapa do campeonato, enquanto cerca de 100 clientes e colaboradores viveram uma experiência promovida pela empresa

Publicação: 25/08/2026 - 14:00

Escrito por: Gabriela Catan

No último sábado, 22 de agosto, a Jump voltou a Interlagos para mais uma etapa do MOTO1000GP. Na pista, o COO e sócio fundador Rafael Yashiki Capua disputou novamente a competição. Fora dela, cerca de 100 clientes e colaboradores foram recebidos pela empresa em um camarote para acompanhar a corrida e compartilhar uma experiência que conecta esporte, negócios, relacionamento e cultura. 

A presença da Jump no campeonato tem uma particularidade: o principal executivo da empresa também está no grid! Capua vive a competição como piloto e, ao mesmo tempo, leva para sua atuação na companhia os aprendizados que surgem desse ambiente de alta exigência, vale lembrar que na primeira etapa da temporada, em abril, ele já havia feito essa conexão de forma direta.

“E foi dada a largada no Moto1000GP, o que isso tem a ver com o meu dia a dia? Muito mais do que parece. Conduzir a Jump exige a mesma mentalidade da pista: foco, evolução constante, disciplina e energia para lidar com a pressão… sempre buscando o próximo nível.”

Para o empresário, a experiência não fica restrita à competição, a pista também provoca reflexões sobre a forma de tomar decisões e conduzir uma empresa.

“Essa etapa sem dúvida, já trouxe aprendizados, ideias e a adrenalina necessária para seguir fortalecendo nosso time e nossa empresa.”, menciona.

A relação entre a motovelocidade e a atuação da Jump também aparece em uma análise publicada pela empresa após a primeira etapa do campeonato. O conteúdo mostra como dados e telemetria fazem parte da rotina das equipes e como a capacidade de transformar informação em decisão interfere diretamente na performance. 

Na motovelocidade, o piloto precisa tomar decisões em um ambiente no qual pequenas diferenças podem alterar o resultado. Pontos de frenagem, aceleração, traçado e comportamento da moto são analisados para buscar evolução. Para Capua, essa lógica tem uma relação direta com a gestão:

“Gerir uma empresa no Brasil também é operar em alto risco. A carga tributária, as regras e a complexidade do ambiente criam pressão constante. Na pista, a lógica é parecida. A quase 300 km por hora, você precisa decidir exatamente quando frear, quando retomar, quando assumir risco. Um erro muda tudo.”

A comparação continua quando o assunto é tomada de decisão baseada em dados:

“Na empresa, acontece o mesmo. Liderar exige entender o momento de acelerar e o momento de segurar. E, nos dois casos, os dados fazem diferença. Na moto, a telemetria orienta cada ajuste. Na Jump, são os dados que sustentam decisões e melhoram a performance.”

A declaração está alinhada ao posicionamento que a Jump vem construindo em torno de dados, tecnologia e performance. No conteúdo publicado pela empresa, a telemetria aparece como exemplo de uma tecnologia capaz de transformar informações coletadas durante a corrida em ajustes concretos para melhorar o desempenho. 

A experiência mais recente de Capua no campeonato acrescentou outra reflexão à relação entre pista e negócios. Em uma publicação sobre uma etapa disputada em Cascavel, o executivo contou que tinha um objetivo claro, mas percebeu que estava evitando o nível de risco necessário para alcançar a performance que buscava. A experiência acabou se transformando em uma reflexão sobre inovação dentro das empresas. 

“Quando a gente fala de inovação, 3 palavras sempre vêm na minha cabeça: performance, objetivo e risco. O objetivo normalmente é claro, crescer, inovar e gerar mais resultados. Mas muitas vezes a gente escolhe o caminho mais confortável, evita mudar o processo, evita testar uma nova ideia, evita experimentar uma tecnologia diferente.”

A conclusão leva diretamente para o trabalho desenvolvido pela Jump com seus clientes:

“Inovação não acontece na zona de conforto, ela acontece quando entendemos os riscos, calculamos esses riscos e decidimos seguir. Não é sobre correr riscos irresponsáveis ou desnecessários, é sobre ter coragem para assumir os riscos certos.” Para Capua, essa mentalidade também está presente na forma como a Jump trabalha e constrói relacionamento.

“Correr para alcançar um objetivo com performance é exatamente essa mentalidade que nós levamos para os nossos clientes na Jump, porque, no fim das contas, inovação só faz sentido quando melhora a performance do negócio”, completa.
 

Além disso, esta etapa de Interlagos ganhou uma dimensão especial para a Jump, a empresa recebeu aproximadamente 100 clientes e colaboradores no camarote para acompanhar a corrida. A iniciativa fortalece um espaço de convivência e relacionamento que vai além da exposição da marca no campeonato.  

Para os clientes, o evento proporcionou uma oportunidade de encontro com a empresa e sua liderança em um ambiente diferente das reuniões e compromissos tradicionais. Para os colaboradores, foi uma oportunidade de participar de uma experiência ligada diretamente a um projeto conduzido também pelo próprio COO.

Esse tipo de iniciativa tem importância estratégica para empresas que entendem cultura e relacionamento como construções contínuas. As pessoas não conhecem uma organização apenas por seus produtos e serviços, mas também por seus valores pelas experiências que vivem com a marca.

No caso da Jump, existe ainda um elemento adicional: a pessoa que está na pista é a mesma que participa da condução da empresa. Capua não fala sobre performance a partir de uma posição distante, ele está dentro da competição, sente a pressão de uma prova, analisa os próprios resultados e usa essas experiências para refletir sobre decisões que também fazem parte do cotidiano corporativo. 

A Jump também já mostrou em seus conteúdos como a telemetria permite acompanhar diferentes variáveis da moto e identificar pontos nos quais o piloto pode ganhar desempenho. A análise de dados ajuda a comparar voltas, encontrar pontos de perda de tempo, melhorar a consistência e otimizar o traçado. É uma aplicação prática de uma lógica que está no centro da atuação da organização: coletar informação, interpretar o que ela significa e transformar esse conhecimento em decisão.

No ambiente corporativo, os dados cumprem uma função semelhante: ajudam empresas a compreender o que acontece em suas operações, identificar oportunidades e tomar decisões com maior precisão. Na pista, a diferença pode estar em uma fração de segundo. Nos negócios, pode estar na capacidade de antecipar um movimento, corrigir uma rota ou identificar uma oportunidade antes da concorrência.

A quinta etapa do Moto1000GP também mostra como o esporte pode funcionar como uma plataforma de relacionamento, ao reunir clientes e colaboradores em torno da mesma experiência, a empresa cria um ambiente no qual diferentes públicos podem se aproximar da marca, da liderança e uns dos outros, evidenciando o quanto a cultura corporativa é um dos pilares fundamentais da Jump.

Para a empresa, os aprendizados e as conexões construídas ao longo do caminho continuam. A combinação entre performance, tecnologia, relacionamento e pessoas que o MOTO1000GP gerou, agrega ainda mais significado para a Jump. 

Capua resume essa mentalidade em uma frase que passou a acompanhar sua participação no campeonato:

“Foco, evolução constante, disciplina e energia para lidar com a pressão.”